
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Exemplo de uma Notícia de riscos nos Jovens
Arquivo DN-Nuno Fox alerta. Especialistas europeus desaconselham a prescrição a jovens de medicamentos para a depressão
A Agência Europeia do Medicamento recomendou que os médicos não prescrevam antidepressivos a crianças e adolescentes, devido ao risco de aumento de suicídios nesta faixa etária. O alerta, publicado pelo Instituto da Farmácia e do Medicamento (Infarmed), não surpreende alguns pedopsiquiatras, que garantem que os fármacos são "seguros", desde que seja dado o devido acompanhamento. Para o presidente do Colégio de Psiquiatria na Infância e Adolescência da Ordem dos Médicos, Emílio Salgueiro, há em Portugal "um abuso" na prescrição de psicofármacos nestes jovens, baseado numa "confiança excessiva e injustificada".Segundo a nota do Infarmed, a Comissão Europeia pediu ao Comité de Medicamentos de Uso Humano (CHMP) que reavaliasse a relação entre o consumo de antidepressivos e comportamento suicida em crianças e adolescentes. Em causa estão duas classes de antidepressivos os Inibidores Selectivos da Recaptação da Serotonina e os Inibidores da Recaptação da Serotonina e da Norepinefrina, que incluem 11 princípios activos de fármacos à venda em Portugal (ver caixa).A revisão, realizada entre 19 e 21 de Abril, levou esta entidade a concluir que "os comportamentos relacionados com o suicídio e a hostilidade foram observados com maior frequência em ensaios clínicos com crianças e adolescentes que tomavam estes antidepressivos, em comparação com os que tomavam placebos". Por isso, "recomenda-se a não utilização destes medicamentos em crianças e adolescentes, excepto nas indicações aprovadas nestes grupos etários".A agência admite que, em certos casos, "o médico pode decidir prescrever estes fármacos no tratamento da ansiedade ou depressão, com base na necessidade individual da criança ou adolescente". Aqui, o CHMP aconselha que "os doentes sejam rigorosamente monitorizados face ao aparecimento de comportamento suicida, auto-agressividade ou hostilidade, sobretudo no início do tratamento".Para Emílio Salgueiro, a questão tem sido falada no último ano, mas o alerta constitui "uma posição de fundo" por parte da agência europeia. Falando a nível pessoal, o médico diz que, "se o apoio psicológico nesta faixa etária for suficientemente frequente - uma vez por semana", são "poucos os que precisarão de fármacos". Mas, lamenta, essa não é a regra em Portugal "Nos últimos seis anos tem havido um aumento da prescrição de psicofármacos nesta faixa etária que não está justificada." Para o médico, a terapêutica só deve ser aplicada nalguns casos graves, "com cautela" e apoio psicológico.Segundo Maria Antónia Silva, pedopsiquiatra do Hospital D. Estefânia, em Lisboa, as recomendações já são tidas em conta, sobretudo "nas três primeiras semanas de tratamento", em que há "maior vigilância" do jovem. "Aqui somos conservadores, só prescrevemos esta medicação em último caso", disse, exemplificando "Depressões graves, ansiedade ou perturbação obsessivo-compulsiva." Isabel Brito, colaboradora da Direcção-Geral de Saúde, explica que os antidepressivos "podem desenvolver comportamentos mais afirmativos", que levem à "concretização de certos actos". Mas, para ela, casos de tendências suicidas são "raros". A prescrição de antidepressivos, diz, é segura, se prescrita por especialistas e com psicoterapia.
Qual é objectivo/a finalidade deste desdobrável?
Em seguida responder a pergunta em cima mencionada, pois antes de partir para este desafio temos de saber o que iremos fazer......
Então a nossa primeira conclusão é que este folheto terá de conter:
a divulgação desta instituição aqui no concelho de Carregal do Sal,
as diversas instiutuições existentes no país e na região,
os seus contactos,
a maneira que vão utilizar para intervirem com as crianças e jovens em risco,
caso verídicos do concelho,
os tipos de riscos que poderão existir,
como poder ver que uma criança está em vias de estar em riscos, como poder ajudar e esta instituição o que fará para o combater,
entre outros objectivos.